Planeta ateu  
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Deus é uma forma sútil de acomodação
—  - Renan Meireles (via ateismoepoesias)
Posted 11 January 2013, 1 year ago · 45 notes · Reblog
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Se uma igreja tem um pára-raios no telhado é por falta de confiança.
—  Doug McLeod (via ateismoepoesias)
Posted 11 January 2013, 1 year ago · 38 notes · Reblog
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Se você pudesse argumentar com pessoas religiosas, não haveria pessoas religiosas.
— House (via ateismoepoesias)
Posted 11 January 2013, 1 year ago · 40 notes · Reblog
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pensamomentos:

Preciso confessar: como eu queria estar aqui escrevendo um texto diferente. Mas infelizmente não posso, existem textos que não escrevemos porque queremos escrever, escrevemos porque precisam ser escritos. Aqui eu preciso falar da história de Roberta Baêta. Talvez você tenha visto algo a respeito no Facebook, talvez não. Resumindo o que aconteceu, essa jovem de 17 anos cometeu suicídio no final do ano passado e isso seria apenas mais um caso lamentável se não fosse por um detalhe: ela fez isso por não suportar a pressão psicológica que passou a receber da família, dos conhecidos e amigos após revelar que era atéia. Por mais surreal que isso possa parecer.

Um dos exemplos do tipo de coisa que ela passou está na imagem que ilustra esse post, logo acima. Imagine o que é você ser tratado como uma aberração pelos seus próprios pais, sofrendo ameaças diariamente e agressões verbais de todos os tipos. Imagine que o mesmo tipo de coisa acontece quando você vai para a escola, quando sai com os amigos, que isso te persegue onde quer que você vá. Não estou dizendo que o suicídio é a única saída e nem que qualquer pessoa faria o mesmo em uma situação dessas, mas vamos concordar que dá para entender como o desespero, a depressão e o isolamento social contribuíram para tornar a vida de Roberta tão insuportável que ela decidiu que não aguentaria mais um dia passando por tudo isso.

A situação foi tão absurda que na página oficial da Tvlafaiete, uma rede do estado de Minas Gerais, apareceu uma postagem sobre o evento afirmando que tudo ocorreu por causa das “ideias passadas pela internet por pessoas que se dizem “ateus” e que dedicam seu tempo a tentarem desconstruir Deus, Jesus Cristo e outros divindades que nos são caras”. Certo, então agora os ateus nas redes sociais são responsáveis por suicídios e não as pessoas que tornaram a vida dela um caos? Mas espere, tem mais: “e além disso pregam a desesperança, a falta de fé e até mesmo o culto ao mal”. Lindo não é? Como esperado eles já apagaram a postagem original, mas não é difícil encontrar pelo Facebook screenshots do texto publicado na página. São afirmações tão preconceituosas, tão absurdas, tão pueris que me recuso a acreditar que alguém pode falar algo assim em sã consciência.

É impossível não parafrasear Christopher Hitchens: “pessoas boas fazem coisas boas, pessoas más fazem coisas más; mas para uma boa pessoa fazer uma coisa má é preciso a religião”. É certo que a religião não é a única origem desse tipo de comportamento, mas é sem dúvida a fonte mais comum. Para uma pessoa que é essencialmente boa cometer um ato vil ela precisa estar enganada a respeito dos princípios básicos que norteiam o seu comportamento. Precisa acreditar de todo o coração que o que está fazendo é justificado, que é uma atitude correta. Um engano tão grande em ideias tão fundamentais precisa vir de algo que a pessoa se recusa a analisar, que está acima de qualquer crítica, algo que foi acostumada a acreditar desde pequena. Quantas coisas além da religião tem esse privilégio?

Mas talvez isso seja um pouco de ingenuidade de minha parte. Acho que no fundo eu não quero acreditar que as pessoas são realmente capazes de cometer atos tão desprezíveis conscientemente. Talvez seja uma forma de manter certa esperança na humanidade: acreditar que as pessoas estão cegas, que cresceram em um ambiente que influenciou-as de tal forma que já não são capazes de analisar de forma crítica aquilo que dizem ou fazem. Ainda assim, eu quero gritar para o mundo! Queria olhar nos olhos de cada pessoa que ofendeu, tratou mal ou agrediu Roberta e dizer: “você contribuiu para isso”. Não posso chamá-los de assassinos, porque não o são, mas são cúmplices. São parte do grupo que continua propagando o há de pior no ser humano: o preconceito, o egoísmo e a ilusão de superioridade.

Mas o problema é que Roberta não é a primeira e nem será a última vítima desse tipo de coisa. Ela se tornou o mártir do momento, é verdade, mas existem centenas de jovens, adultos e idosos em todo o país que passam por algo parecido. Indivíduos anônimos, que não tem páginas de Facebook ou cobertura da imprensa. Que podem não ter amigos para divulgar sua luta diária e a sua dor. Roberta já se foi e por ela ninguém pode fazer mais nada. Mas podemos fazer algo por todas as pessoas que ainda vivem e que são alvo de preconceito. Desde que toda essa comoção não pare apenas por aqui nas redes sociais. Não falo da criação de leis contra o preconceito ou nada assim, falo de atitudes simples que a longo prazo podem mudar a forma que as pessoas pensam,

Se você é ateu, converse com seus familiares, amigos e conhecidos quando esse tipo de discussão aparecer. Explique por que você pensa assim e por que isso não muda em nada o seu caráter. Não fique criando briguinhas desnecessárias pelo Facebook ou fazendo comentários desagradáveis em cada post religioso que você vê, isso não ajuda em nada. Eu entendo a sua revolta, especialmente por causa de eventos como esse, mas não é assim que você conseguirá desfazer a imagem distorcida e estereotipada dos ateus. Se você é um religioso, mas tem o mínimo de bom senso, não deixe que outros religiosos propaguem ideias erradas a respeito do ateísmo. Converse com eles, porque certamente eles estarão mais dispostos a ouvir a sua opinião do que a opinião dos ateus que eles desprezam tanto.

Basta isso. Não é pedir muito, certo? Se todos fizerem a sua parte, talvez não amanhã, mas com o tempo poderemos mudar a visão da sociedade. Quem sabe assim conseguimos evitar que eventos tão tristes como esse aconteçam novamente.

pensamomentos:

Preciso confessar: como eu queria estar aqui escrevendo um texto diferente. Mas infelizmente não posso, existem textos que não escrevemos porque queremos escrever, escrevemos porque precisam ser escritos. Aqui eu preciso falar da história de Roberta Baêta. Talvez você tenha visto algo a respeito no Facebook, talvez não. Resumindo o que aconteceu, essa jovem de 17 anos cometeu suicídio no final do ano passado e isso seria apenas mais um caso lamentável se não fosse por um detalhe: ela fez isso por não suportar a pressão psicológica que passou a receber da família, dos conhecidos e amigos após revelar que era atéia. Por mais surreal que isso possa parecer.

Um dos exemplos do tipo de coisa que ela passou está na imagem que ilustra esse post, logo acima. Imagine o que é você ser tratado como uma aberração pelos seus próprios pais, sofrendo ameaças diariamente e agressões verbais de todos os tipos. Imagine que o mesmo tipo de coisa acontece quando você vai para a escola, quando sai com os amigos, que isso te persegue onde quer que você vá. Não estou dizendo que o suicídio é a única saída e nem que qualquer pessoa faria o mesmo em uma situação dessas, mas vamos concordar que dá para entender como o desespero, a depressão e o isolamento social contribuíram para tornar a vida de Roberta tão insuportável que ela decidiu que não aguentaria mais um dia passando por tudo isso.

A situação foi tão absurda que na página oficial da Tvlafaiete, uma rede do estado de Minas Gerais, apareceu uma postagem sobre o evento afirmando que tudo ocorreu por causa das “ideias passadas pela internet por pessoas que se dizem “ateus” e que dedicam seu tempo a tentarem desconstruir Deus, Jesus Cristo e outros divindades que nos são caras”. Certo, então agora os ateus nas redes sociais são responsáveis por suicídios e não as pessoas que tornaram a vida dela um caos? Mas espere, tem mais: “e além disso pregam a desesperança, a falta de fé e até mesmo o culto ao mal”. Lindo não é? Como esperado eles já apagaram a postagem original, mas não é difícil encontrar pelo Facebook screenshots do texto publicado na página. São afirmações tão preconceituosas, tão absurdas, tão pueris que me recuso a acreditar que alguém pode falar algo assim em sã consciência.

É impossível não parafrasear Christopher Hitchens: “pessoas boas fazem coisas boas, pessoas más fazem coisas más; mas para uma boa pessoa fazer uma coisa má é preciso a religião”. É certo que a religião não é a única origem desse tipo de comportamento, mas é sem dúvida a fonte mais comum. Para uma pessoa que é essencialmente boa cometer um ato vil ela precisa estar enganada a respeito dos princípios básicos que norteiam o seu comportamento. Precisa acreditar de todo o coração que o que está fazendo é justificado, que é uma atitude correta. Um engano tão grande em ideias tão fundamentais precisa vir de algo que a pessoa se recusa a analisar, que está acima de qualquer crítica, algo que foi acostumada a acreditar desde pequena. Quantas coisas além da religião tem esse privilégio?

Mas talvez isso seja um pouco de ingenuidade de minha parte. Acho que no fundo eu não quero acreditar que as pessoas são realmente capazes de cometer atos tão desprezíveis conscientemente. Talvez seja uma forma de manter certa esperança na humanidade: acreditar que as pessoas estão cegas, que cresceram em um ambiente que influenciou-as de tal forma que já não são capazes de analisar de forma crítica aquilo que dizem ou fazem. Ainda assim, eu quero gritar para o mundo! Queria olhar nos olhos de cada pessoa que ofendeu, tratou mal ou agrediu Roberta e dizer: “você contribuiu para isso”. Não posso chamá-los de assassinos, porque não o são, mas são cúmplices. São parte do grupo que continua propagando o há de pior no ser humano: o preconceito, o egoísmo e a ilusão de superioridade.

Mas o problema é que Roberta não é a primeira e nem será a última vítima desse tipo de coisa. Ela se tornou o mártir do momento, é verdade, mas existem centenas de jovens, adultos e idosos em todo o país que passam por algo parecido. Indivíduos anônimos, que não tem páginas de Facebook ou cobertura da imprensa. Que podem não ter amigos para divulgar sua luta diária e a sua dor. Roberta já se foi e por ela ninguém pode fazer mais nada. Mas podemos fazer algo por todas as pessoas que ainda vivem e que são alvo de preconceito. Desde que toda essa comoção não pare apenas por aqui nas redes sociais. Não falo da criação de leis contra o preconceito ou nada assim, falo de atitudes simples que a longo prazo podem mudar a forma que as pessoas pensam,

Se você é ateu, converse com seus familiares, amigos e conhecidos quando esse tipo de discussão aparecer. Explique por que você pensa assim e por que isso não muda em nada o seu caráter. Não fique criando briguinhas desnecessárias pelo Facebook ou fazendo comentários desagradáveis em cada post religioso que você vê, isso não ajuda em nada. Eu entendo a sua revolta, especialmente por causa de eventos como esse, mas não é assim que você conseguirá desfazer a imagem distorcida e estereotipada dos ateus. Se você é um religioso, mas tem o mínimo de bom senso, não deixe que outros religiosos propaguem ideias erradas a respeito do ateísmo. Converse com eles, porque certamente eles estarão mais dispostos a ouvir a sua opinião do que a opinião dos ateus que eles desprezam tanto.

Basta isso. Não é pedir muito, certo? Se todos fizerem a sua parte, talvez não amanhã, mas com o tempo poderemos mudar a visão da sociedade. Quem sabe assim conseguimos evitar que eventos tão tristes como esse aconteçam novamente.

Posted 11 January 2013, 1 year ago · 19 notes · Reblog
originally pensamomentos · via: pensamomentos
O ateísmo não me oferece nada.
Nunca ofereceu e nunca oferecerá.
Não me faz me sentir bem ou me conforta.
Não está lá quando estou doente ou mal.
Não pode intervir nas minhas horas de necessidade.
Não me vai me proteger de ódio ou mentiras.
Não se importa se eu fracasso ou tenho sucesso.
Não vai limpar as lágrimas de meus olhos.
Não faz nada quando eu não tenho para onde correr.
Não me dará palavras sábias ou conselhos.
Não tem nenhum ensinamento que eu possa aprender.
não pode me mostrar o que é ruim ou bom.
Nunca inspirou ou incitou alguém.
não me ajudará a atingir meus objetivos.
Não me dirá para parar de enquanto me divirto.
Nunca salvou uma única alma.
não leva o crédito por qualquer dos meus êxitos.
Não me faz ficar de joelhos.
Não exige que eu tenha que acreditar.
Não irá me torturar pela eternidade.
Não me ensinará a odiar ou desprezar os outros.
Não pode me dizer que está certo ou errado.
Não vai dizer a a ninguém que eles não podem ser amantes.
Não disse a ninguém onde eles não pertencem.
Não vai te fazer pensar que a vida valha a pena.
Não tem nada para me oferecer, é, isso é verdade.
Mas a razão para que o ateísmo não me ofereça nada é porque eu nunca pedia para que o fizesse.
O ateísmo não oferece nada porque não precisa.
A religião promete tudo porque você quer que ele prometa.
Você não precisa de uma religião ou de fé.
Você só quer porque você precisa se sentir seguro.
Eu quero sentir a realidade e nada mais.
Então o ateísmo me oferece tudo.
que a religião tinha me tirado antes.
— Richard Coughlan (via pura-insonia)
Posted 11 January 2013, 1 year ago · 60 notes · Reblog
originally hyacinthum-avem · via: hyacinthum-avem
I never said I wanted to be God’s disciple
I’ll never be the one to blindly follow.
Man made virus infecting the world
Self-destruct human time bomb
What if there is no God would you think the fuckin’ same
Wasting your life in a leap of blind faith
Wake the fuck up can’t ignore what I say
I got my own philosophy
I hate everyone equally…
— Slayer - Disciple (God hate us all)
Posted 11 January 2013, 1 year ago · 18 notes · Reblog
originally gladyspontes · via: gladyspontes
my-bakafeelings sussurou: Heey o3o Tudo bom? Ahn.. queria pedir indicações de mais tumblrs ateus, pq uns não postam muita coisa, realmente é_e

Olá :)

Bom,os que tenho para recomendar são:

ProfessorAteu

ateuchato

jovensateus

Acho que só esses ^^
Bom dia e tenha uma boa sexta-feira e fim de semana :)

(Planeta Ateu agora tem uma pagina no facebook,curta clicando aqui )

Posted 11 January 2013, 1 year ago · 1 note · Reblog

(Source: keep-my-mind-busy)

Posted 11 January 2013, 1 year ago · 50 notes · Reblog
originally keep-my-mind-busy · via: ateuchato
Posted 11 January 2013, 1 year ago · 68 notes · Reblog
originally pensamentos-de-uma-ateia · via: ateuchato